O nosso projecto centra-se nos Direitos Humanos mas nós tínhamos como objectivo não só realizar as exposições que temos vindo a referir, mas também participar de uma forma mais activa neste nosso tema e tentar viver mais de perto esta realidade. Para tal uma das actividades que realizámos no 2º período foi a ida ao gabinete de apoio à vítima (APAV) em Coimbra.
Existem muitos destes gabinetes no nosso país, nós decidimos contactar este por ser o que estava mais perto da nossa área escolar.
Sendo assim, no dia 4 de Março, reunindo cinco elementos do nosso grupo, tivemos a oportunidade de nos deslocarmos ao gabinete a Coimbra a fim de realizarmos uma entrevista a uma jurista que já tínhamos contactado e que nos tinha dado uma resposta positiva.
Tivemos alguma dificuldade em encontrar o gabinete visto que não conhecíamos a cidade e não sabíamos bem onde este se localizava e qual o seu aspecto exterior. Depois de encontrado o local esperámos que chegasse a hora da entrevista, que era as 14 horas, onde nesse momento fomos recebidos pela representante da APAV naquela cidade.
Fomos encaminhados para um gabinete onde podemos ter a percepção das condições que estes especialistas e alguns voluntários têm para trabalhar devido ao apoio que lhes é dado, que não é muito, e daí não existirem melhores condições. Começámos assim a nossa entrevista onde tentámos fazer perguntas que não estivessem já respondidas no site, que contém muita informação para o leitor se poder informar.
De acordo com a informação que a nossa entrevistada nos deu ficámos a saber como os casos podem ser denunciados, através de que meios, se estes crimes têm tido um aumento muito significativo ou se este aumento se deve ao facto de as pessoas denunciarem mais, o desconhecimento da APAV por parte das pessoas e a que é que este se deve. Abordámos ainda a violência homossexual, que começa a ser mais falada actualmente, a como se encaram os casos de insucesso, entre outras informações que esta nos disponibilizou. A entrevista durou cerca de 45 minutos. Embora não tenha sido muito tempo todos gostámos desta nova experiência e saímos mais enriquecidos pessoalmente e com uma visão mais real do que se passa nestas associações e que a quantidade de casos que existem é elevado e que por muito que pensemos que isto é irreal, não o é, é bem real e muitas das vezes está bem perto de nós!
Caso queiras saber mais informações sobre esta instituição, a APAV, podes visitar o seu site: www.apav.pt
Existem muitos destes gabinetes no nosso país, nós decidimos contactar este por ser o que estava mais perto da nossa área escolar.
Sendo assim, no dia 4 de Março, reunindo cinco elementos do nosso grupo, tivemos a oportunidade de nos deslocarmos ao gabinete a Coimbra a fim de realizarmos uma entrevista a uma jurista que já tínhamos contactado e que nos tinha dado uma resposta positiva.
Tivemos alguma dificuldade em encontrar o gabinete visto que não conhecíamos a cidade e não sabíamos bem onde este se localizava e qual o seu aspecto exterior. Depois de encontrado o local esperámos que chegasse a hora da entrevista, que era as 14 horas, onde nesse momento fomos recebidos pela representante da APAV naquela cidade.
Fomos encaminhados para um gabinete onde podemos ter a percepção das condições que estes especialistas e alguns voluntários têm para trabalhar devido ao apoio que lhes é dado, que não é muito, e daí não existirem melhores condições. Começámos assim a nossa entrevista onde tentámos fazer perguntas que não estivessem já respondidas no site, que contém muita informação para o leitor se poder informar.
De acordo com a informação que a nossa entrevistada nos deu ficámos a saber como os casos podem ser denunciados, através de que meios, se estes crimes têm tido um aumento muito significativo ou se este aumento se deve ao facto de as pessoas denunciarem mais, o desconhecimento da APAV por parte das pessoas e a que é que este se deve. Abordámos ainda a violência homossexual, que começa a ser mais falada actualmente, a como se encaram os casos de insucesso, entre outras informações que esta nos disponibilizou. A entrevista durou cerca de 45 minutos. Embora não tenha sido muito tempo todos gostámos desta nova experiência e saímos mais enriquecidos pessoalmente e com uma visão mais real do que se passa nestas associações e que a quantidade de casos que existem é elevado e que por muito que pensemos que isto é irreal, não o é, é bem real e muitas das vezes está bem perto de nós!
Caso queiras saber mais informações sobre esta instituição, a APAV, podes visitar o seu site: www.apav.pt
Priscila Ferreira
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