Dentro do trabalho em que estamos a desenvolver sobre os Direitos Humanos na área não – curricular de área de Projecto, o nosso grupo, em parceria com outro grupo que desenvolve o tema da Adolescência; Diabetes; Obesidade; Homossexualidade decidimos abordar a vertente da Homossexualidade, visto ser um assunto de possível abordagem em ambos os grupos.
Deste modo, uma das actividades de cooperação entre nós foi a realização de inquéritos, com o objectivo de perceber e tomar consciência da opinião da sociedade que nos envolve.
Durante a criação dos inquéritos, tivemos a preocupação de torná-los o mais objectivos, simples e curtos possíveis de forma a conseguirmos o nosso objectivo e a gastar o mínimo tempo possível aos nossos inquiridos. Desta forma, o nosso inquérito estrutura-se da seguinte forma:
1) Considera que a homossexualidade é uma doença/anti – natura?
2) Acha que a homossexualidade é uma opção?
3) Concorda com o casamento civil homossexual?
4) Concorda com a adopção de crianças por casais homossexuais?
5) Sabia que o artigo 36 da constituição portuguesa cita que " todos têm direito de constituir família e de contrair casamento em condições de plena igualdade?
6) Sabia que o artigo 13 da constituição portuguesa proíbe explicitamente, desde 2004, a discriminação com base na orientação sexual?
Após feito a “base” que consistia na criação destes, concordámos em ir para as ruas de Leiria no passado dia 23 de Abril, onde aí seriam questionados quarenta pessoas de ambos os sexos e com faixas etárias diversificadas.
Realizada esta fase, restava apenas fazer a sua análise, sendo analisados por vários elementos do grupo e me entregues para os representar na totalidade graficamente e chegar a uma visão mais concreta da opinião da sociedade.
Feita esta analise graficamente, de acordo com o sexo, faixa etária, pergunta, podemos concluir que:
· As faixas etárias mais jovens consideram de forma mais uniforme que a homossexualidade não é uma doença, contrariamente às classes mais adultas ou idosas;
· No caso da questão se a homossexualidade era uma opção, as respostas dos inquiridos divergiam, no entanto pode-se concluir que um pouco mais da maioria considerava uma opção;
· A maioria concordava com o casamento civil homossexual, mas no que respeita à adopção de crianças por estes casais, as faixas etárias a partir dos 40 já não concordam da mesma forma.
· A maioria desconhece os artigos da constituição portuguesa, nomeadamente os artigos 13 e 36 anteriormente descritos na pergunta 5 e 6;
Para finalizar, tanto eu, como os restantes membros dos grupos envolvidos agradecemos a disponibilidade e sinceridade dos inquiridos neste estudo, pois ajudaram-nos a descobrir a opinião da nossa sociedade e consequentemente ajudaram-nos no desenvolvimento do nosso projecto escolar. Não devo esquecer também os restantes elementos dos grupos que mostraram uma boa capacidade de cooperação entre todos, sendo assim um passo importante para o bom resultado e desempenho da actividade em que nos comprometemos. Os meus parabéns.
Micael Lopes
Deste modo, uma das actividades de cooperação entre nós foi a realização de inquéritos, com o objectivo de perceber e tomar consciência da opinião da sociedade que nos envolve.
Durante a criação dos inquéritos, tivemos a preocupação de torná-los o mais objectivos, simples e curtos possíveis de forma a conseguirmos o nosso objectivo e a gastar o mínimo tempo possível aos nossos inquiridos. Desta forma, o nosso inquérito estrutura-se da seguinte forma:
1) Considera que a homossexualidade é uma doença/anti – natura?
2) Acha que a homossexualidade é uma opção?
3) Concorda com o casamento civil homossexual?
4) Concorda com a adopção de crianças por casais homossexuais?
5) Sabia que o artigo 36 da constituição portuguesa cita que " todos têm direito de constituir família e de contrair casamento em condições de plena igualdade?
6) Sabia que o artigo 13 da constituição portuguesa proíbe explicitamente, desde 2004, a discriminação com base na orientação sexual?
Após feito a “base” que consistia na criação destes, concordámos em ir para as ruas de Leiria no passado dia 23 de Abril, onde aí seriam questionados quarenta pessoas de ambos os sexos e com faixas etárias diversificadas.
Realizada esta fase, restava apenas fazer a sua análise, sendo analisados por vários elementos do grupo e me entregues para os representar na totalidade graficamente e chegar a uma visão mais concreta da opinião da sociedade.
Feita esta analise graficamente, de acordo com o sexo, faixa etária, pergunta, podemos concluir que:
· As faixas etárias mais jovens consideram de forma mais uniforme que a homossexualidade não é uma doença, contrariamente às classes mais adultas ou idosas;
· No caso da questão se a homossexualidade era uma opção, as respostas dos inquiridos divergiam, no entanto pode-se concluir que um pouco mais da maioria considerava uma opção;
· A maioria concordava com o casamento civil homossexual, mas no que respeita à adopção de crianças por estes casais, as faixas etárias a partir dos 40 já não concordam da mesma forma.
· A maioria desconhece os artigos da constituição portuguesa, nomeadamente os artigos 13 e 36 anteriormente descritos na pergunta 5 e 6;
Para finalizar, tanto eu, como os restantes membros dos grupos envolvidos agradecemos a disponibilidade e sinceridade dos inquiridos neste estudo, pois ajudaram-nos a descobrir a opinião da nossa sociedade e consequentemente ajudaram-nos no desenvolvimento do nosso projecto escolar. Não devo esquecer também os restantes elementos dos grupos que mostraram uma boa capacidade de cooperação entre todos, sendo assim um passo importante para o bom resultado e desempenho da actividade em que nos comprometemos. Os meus parabéns.
Micael Lopes
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